Volta a Portugal 2019 – A etapa 1 foi discutida ao sprint

Por | 01-08-2019 | Estrada, Notícias

Embora a etapa tivesse um início com 4 prémios de montanha, um dos quais inclusive de 1.ª categoria, a chegada previa-se ao sprint, e assim foi.

Perfil da etapa de hoje
Fotografia – João Fonseca Photographer

Dos 170 km’s de etapa, os últimos 70 km’s eram em terreno plano e as equipas com interesse na etapa não deixaram a fuga de David Ribeiro (LA Alumínios-LA Sport), Gaspar Gonçalves (Miranda-Mortágua), Mathias Reutmann (Swiss Racing Academy) e Peio Goikoetxea (Equipo Euskadi) ter sucesso.

Fotografia – João Fonseca Photographer

As equipas que trabalharam na perseguição foram numa fase inicial, a W52 FC Porto, e depois a Vito-Feirense-PNB, a Caja Rural-Seguros RGA e a Euskadi Basque Country-Murias, tendo anulado a fuga a só 3 km’s. do final da etapa, altura em que só resistiam na frente Gaspar Gonçalves e Mathias Reutmann.

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A fase final da etapa ficou marcada uma queda colectiva (a 2 km’s do fim), que envolveu, além de Samuel Caldeira, homens como Joni Brandão (Efapel) ou Domingos Gonçalves (Caja Rural-Seguros RGA). Aparentemente nenhum dos ciclistas sofreu lesões que venham a afectar o seu rendimento.

Após a queda, quem estava posicionado na frente foi quem acabou por discutir a etapa, e entre esses foi notavelmente mais forte Davide Appollonio da equipa Amore & Vita-Prodir de escalão continental.

Davide Appollonio regressa com vitória após suspensão de 4 anos.

O ciclista italiano de 30 anos, que já pertenceu à Sky em 2011 e 2012, altura em que Mark Cavendish também pertencia à formação britânica Hoje venceu de forma categórica, sendo mais rápido que Daniel Mestre (W52-FC Porto) e Matteo Malucelli (Caja Rural-Seguros RGA) nos últimos 100mts.

Vídeo resumo da etapa

TOP 10 da etapa

TOP da classificação geral após etapa 1

Amanhã será a etapa mais longa, com 198,5 quilómetros, entre Marinha Grande e Santo António dos Cavaleiros (Loures).

Uma etapa plana, mas que termina com um prémio de montanha de quarta categoria, numa subida de 1400 metros, com 8 por cento de inclinação média. 

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Por: Luís Beltrão

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